A comunidade do Tronco está situada a 10 quilômetros da sede do município de Castro. Wilson de Oliveira relatou que a comunidade existe há mais de cem anos e que seu avô, João Preto Alves, vivenciou o período da escravidão. Conta que seus ancestrais foram escravizados na fazenda Cunhaporanga, pertencente à Ordem de Nossa Senhora do Carmo, no início do século XIX. Em busca de liberdade e de terra para plantar, os ancestrais da comunidade do Tronco passaram por várias localidades em Castro, até finalmente se fixarem na região do Tronco.
Referências:
GOMES, Josélia Maria Loyola de Oliveira. A presença de escravos carmelitas na Fazenda Capão Alto, no Paraná: questões historiográficas. Resgate – Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, v. 26, n.1 [35], p. 173-190, jan./jun. 2018.
Instituto de Terras, Cartografia e Geociências. Terra e cidadania. Curitiba, PR: ITCG, 2008, p. 85.